De volta ao quarto, comendo um pacote de Pingo D'Ouro (em quatro pessoas), decidimos ligar para o 102 (auxílio à lista) para implorar uma pizzaria aberta. Depois de muita conversa com a atendente, Tayneé conseguiu. Ligou para pizzaria, e ela, incrivelmente, estava aberta, e funcionando!
- Uma pizza grande, meia portuguesa meia quatro queijos. Ah, e uma Coca dois litros... quanto? Tem certeza? Uma pizza grande e uma Coca dois litros...
Nesse momento Tayneé fez uma cara que deu medo. Eu, deitada na cama pensei: vamos jantar Pingo d' Ouro. Ela tapou o bocal do fone e falou:
- Deu dezenove e sessenta!
(Três vozes em coro): - Soóó???
- Pede isso rápido!!!
A pizza chegou, e comemos. Não era o bicho, mas com a fome que estávamos, ela pareceu óóótema! Ah, e pedimos os copos da Natália, minha vizinha da frente.
Terminamos a noite jogando Adedonha, que eu não conhecia, mas o povo me ensinou... Sobre isso só é preciso registrar que a memória do Fábio parece ser ainda pior do que a minha...
Quando o povo estava indo embora do meu quarto, lá por umas três da manhã, ainda fizemos um visitinha ao quarto do Henrique, onde o Reoben tentava declamar um poema e o resto do povo conversava animadamente com muita Bohemia.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

3 comentários:
Julia, com fome, qualquer coisa fica bom. Passei quase um ano comendo arroz, feijão e pedra, no quartel e achava muito bom.
beijão
nossaaaaa.... até que, depois da lei de murphy reinar soberana naquele dia, tivemos um final feliz ouvindo um lindo poema (o qual eu nem lembro mais...)
hahahaha
muuuuuuuuuitoo bom relembrar disso tudo, dá uma saudaaaaaaades, hehehe
ainda bem que em março, nossas aventuras continuam!
Postar um comentário